12 Efe

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Desenho A, 12.º - TPC 5


Numa folha A3 representa, com o máximo de fidelidade que te for possível, a forma escultórica e a sombra por ela produzida. Ignora os prédios e o espaço envolvente.

Representa os volumes,  as proporções e a morfologia geral do objecto.

Utiliza uma técnica mista com os materiais que consideres mais adequados.

Centra o teu desenho e ocupa o máximo espaço da folha.


Entrega a 27 de Novembro.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Desenho A, 12.º - TPC 4



Numa folha A3 de papel não branco representa esta forma escultórica e as suas sombras própria e produzida.
Desenha à mão levantada.
Respeita, o mais possível, as proporções e a morfologia geral do  objecto.
Centra o teu desenho e ocupa o máximo espaço da folha.
Utiliza os materiais que te parecerem mais adequados.

Entrega a 20 de Novembro.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Desenho A, 12º-TPC 3


Richard Serra

Numa folha A3 representa a forma escultórica (link) e as sombras por ela produzidas nas paredes e no chão.

Desenha à mão levantada.

Representa os volumes,  as proporções e a morfologia geral dos objectos
Centra o teu desenho e ocupa o máximo espaço da folha.


Utiliza os materiais que te parecerem mais adequados.

Entrega a 13 de Novembro.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Desenho A, 12.º ano - TPC 2

Numa folha A3 representa as figuras desta imagem e o espaço onde se encontram.
Respeita as relações espaciais. Preocupa-te mais com os volumes,  as proporções e a morfologia geral e menos com a expressão  facial da mulher.
Aplica cor. Utiliza uma técnica mista com os materiais que te parecerem mais adequados .

Entrega na aula de 2.ª feira, dia 30 de Outubro.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Desenho A, 12.º ano TPC 1


Numa folha de tamanho A3 executa um registo gráfico da figura.
Transmite a morfologia geral, as proporções, a tridimensionalidade, a cor e o claro/escuro da figura.
Utiliza os materiais que considerares mais adequados.
Dimensiona o registo de acordo com o meio atuante e com a técnica utilizada.
Ocupa de forma equilibrada o espaço livre da folha.
Entrega do desenho na próxima aula (2.ª feira).

quarta-feira, 17 de maio de 2017

A Cultura do Espaço Virtual (7) - Arte Conceptual

Jenny Holzer

A Arte Conceptual é a mais radical e controversa proposta da Arte Contemporânea.

A Arte Conceptual baseia-se no princípio de que a essência da Arte é uma ideia (um conceito).

Alguns artistas, críticos de arte, historiadores e largas camadas do público não encaram as obras conceptuais como sendo obras de arte.

Alguns artistas conceptuais acreditam que a arte é criada pelo observador e não pelo artista e que o objecto é apenas um pretexto para que a arte aconteça no íntimo de cada um de nós.

Assim, ideias e conceitos são a principal matéria-prima das obras conceptuais.


De modo a enfatizar o carácter conceptual da obra de arte, os conceptualistas tendem a reduzir ao mínimo a presença física do objecto (desmaterialização do objecto artístico).


segunda-feira, 15 de maio de 2017

A Cultura do Espaço Virtual (6) - A Arte como Acontecimento

Novas Vanguardas

Após a 2.ª guerra mundial surge uma nova vaga de movimentos artísticos designados por “vanguardistas”. Uma figura importante neste contexto foi o compositor musical John Cage (1912-92).
Merce Cunningham

A parceria que Cage estabeleceu com o bailarino e coreógrafo Merce Cunningham (1919-2009) estará na origem da primeiras manifestações da “arte como acontecimento”.
As acções por eles criadas caracterizavam-se por não estabelecer uma relação evidente entre o bailarino e o trecho musical. Eles partilhavam o mesmo espaço-tempo mas apenas se harmonizavam em determinados momentos, aparentemente fruto do acaso.

Não há uma história nem psicologia… apenas arte.

Outra personagem importante neste contexto foi Jackson Pollock (1912-56) o criador da designada Action Painting. A técnica do dripping coloca questões novas que irão transformar toda a reflexão sobre a acção de pintar.

Happening ((e Performance) (e Body Art))
Esta forma de expressão artística (o happening) não tem definição nem regras específicas.
Não é uma representação teatral pois não tem obrigatoriamente uma estrutura com princípio, meio e fim.

O happening coloca o espectador e o autor numa atitude expectante e atenta a determinados factos, acontecimentos ou vivências que o constituem.
Como o Happening é vivido de uma só vez, nascendo e desaparecendo no acto de fazer, constitui a mais pura expressão de arte efémera.



Depósito, happening de Allan Kaprow de 1961.
Nesta obra, o autor amontoou uma enorme quantidade de pneus num espaço fechado. O público podia circular livremente ou ficar apenas a observar.

A performance é algo muito semelhante ao happening. Talvez possamos afirmar que a performance tem por base a expressão corporal, algures entre a dança e o teatro e que reflecte sobre diferentes formas de actividade humana.
Mas, na verdade, é muito difícil marcar uma fronteira entre happening e performance.


Também a Body Art se caracteriza por acções de curta duração e poderia perfeitamente ser considerado num único campo, juntamente com aquilo que designamos de Happening e Performance.


A sensação de estranheza interpela o observador que pode ou não participar activamente nos acontecimentos que se desenrolam à sua frente.
A ausência de uma narrativa evidente torna a comunicação aberta.

Olivier de Sagazan em Transfiguration

Algumas características comuns dos objectos de Arte Contemporânea:
  • ·         Hibridização (o objecto organiza-se reunindo e suportando em simultâneo diferentes linguagens artísticas, temáticas e técnicas)
  • ·         Originalidade (o autor do objecto procura descobrir uma forma nova de comunicar com o espectador)
  • ·         Narrativa Não-óbvia (o resultado narrativo quase nunca é óbvio convocando o espectador para que este complete o sentido do objecto que observa)